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	<title>Pensando Alto &#187; Histórias</title>
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	<description>Compartilhando nossos Pensamentos e Emoções</description>
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		<title>Roubaram meu estilingue</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 15:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[As diferenças lingüísticas regionais obrigam-me a dizer que temos algumas denominações para o estilingue.  Pode ser, também, chamado de funda, atiradeira, bodoque, etc. No meu tempo de moleque era estilingue, mesmo.
Como qualquer menino que adorava viver na rua, apesar dos protestos da mãe, era daqueles que, inocentemente, gostava de usar o estilingue para realizar algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As diferenças lingüísticas regionais obrigam-me a dizer que temos algumas denominações para o estilingue.  Pode ser, também, chamado de funda, atiradeira, bodoque, etc. No meu tempo de moleque era estilingue, mesmo.</p>
<p>Como qualquer menino que adorava viver na rua, apesar dos protestos da mãe, era daqueles que, inocentemente, gostava de usar o estilingue para realizar algumas traquinices próprias de crianças levadas. Já lá se vão mais de cinqüenta anos. Era o início da iluminação pública e a rua onde morava recebeu este tão esperado benefício. Quanta alegria. Poderíamos passar mais tempo vagando na rua, pois passaria a proporcionar maiores oportunidades de lá permanecermos até durante a noite. Convém lembrar que naquela época ainda não havia o perigo comum de hoje em perambular pelas ruas, alamedas e vielas da vila.</p>
<p>Como toda a novidade, aguçava a curiosidade daqueles, que como eu, buscava novas emoções em tudo que surgia de novo. As lâmpadas eram emolduradas por um tipo de prato superior que auxiliava no reflexo da luz.   Era algo moderno para a época, mas despertava certa curiosidade para a molecada. Pouco a pouco, percebemos que aquele avanço da modernidade em oferecer aos munícipes um pouco mais de conforto, passou a ser um alvo desejado para os nossos estilingues.</p>
<p>Uma semana após terem sido instaladas as luminárias, pelo menos metade delas já se apresentavam sem as devidas lâmpadas, mesclando a rua com pontos escuros com a  falta de iluminação em determinados pontos. Como ocorreu isto? Ora, pela mira precisa de alguns companheiros que utilizando pedras ou frutos de mamona com um estilingue feito à mão (quem não se lembra?) destruíram aquilo que devia ser preservado. Mas convenhamos, como era gostoso&#8230;</p>
<p>Como sempre acontece quando uma má ação é realizada, fomos descobertos. Foi o pai de um dos meninos da turma. Após uma descompostura, aliás, merecida, fomos obrigados a entregar-lhe todas as nossas perigosas armas. Além disso, fomos obrigados a realizar boas ações para compensar tais atos de vandalismo.</p>
<p>Firmamos o compromisso de não mais agirmos daquela maneira, quebrando lâmpadas causando o desconforto para os moradores da rua. Em contrapartida, o tal pai do nosso coleguinha comprometeu-se a nos restituir os tão queridos estilingues após cumprirmos a promessa. O castigo durou uma semana, período em que parecíamos querubins acompanhando a mais religiosa das procissões.</p>
<p>Passado o período de castigo, tivemos de volta as nossas “perigosas” armas.  Contentamos respeitosamente o pai até então enfurecido, prometendo-lhe jamais atentar contra o patrimônio que tanto nos beneficiava.</p>
<p>De posse dos estilingues, nos reunimos (sim, já tínhamos poder organizado), e decidimos nunca mais quebrar aquelas lâmpadas que permaneciam ao nosso alcance. Entretanto, notamos que, cada vez com maior freqüência, os passarinhos se acomodavam nos fios que transmitiam energia para manter as lâmpadas em funcionamento. Como todos nós nos gabávamos por termos boa pontaria, por que não derivar as nossas habilidades para combater o excesso de excrementos que os pássaros poderiam causar na via pública.</p>
<p>E assim fizemos&#8230; os estilingues funcionando a todo vapor, os pássaros sumiram como num passe de mágica, a rua permaneceu limpa, as lâmpadas intactas, e o pai do nosso amigo feliz para sempre.</p>
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		<title>O casamento de Severino e Lucineide</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 19:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O humilde casal era migrante e morava na cidade grande. Desde criança nutriam admiração um pelo outro e devido às dificuldades e limitações em conseguir um padrão de vida melhor onde nasceram, mudaram-se para a grande metrópole, indo ambos trabalhar em serviços braçais.
Ele é um daqueles que contribuem para o crescimento vertical da nossa cidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O humilde casal era migrante e morava na cidade grande. Desde criança nutriam admiração um pelo outro e devido às dificuldades e limitações em conseguir um padrão de vida melhor onde nasceram, mudaram-se para a grande metrópole, indo ambos trabalhar em serviços braçais.</p>
<p>Ele é um daqueles que contribuem para o crescimento vertical da nossa cidade, recebendo o seu sustento através do serviço prestado no ramo de construção civil. Entenda-se como construção civil, aquele que pega firme na preparação da massa e assentamento de tijolos, o popularmente chamado servente de pedreiro.</p>
<p>Ela ajuda no sustento do lar com renda extra recebida como secretária do lar, nome chique para identificar as empregadas domésticas.</p>
<p>Como a maioria dos casais que chegam na grande cidade a procura de oportunidades de trabalho, Severino e Lucineide trouxeram a tiracolo uma filhinha de dois anos de idade. Não eram casados de papel passado, mas viviam em harmonia e davam duro para manter a família em condições mínimas de sobrevivência.</p>
<p>Com o passar do tempo resolveram oficializar a união através de matrimônio. Um desejo antigo e que certamente iria torná-los mais felizes.</p>
<p>Como não tinham recursos procuraram uma maneira criativa para gastar o menos possível com a celebração e comemoração do casamento. Primeiro convidaram o padre de uma paróquia da periferia sempre envolvido e comprometido com as pessoas carentes, para celebrar o casamento. Aceitou prontamente realizar a cerimônia sem ônus para o casal. Havia, também, no bairro onde moravam, a mercearia do seu Raimundo, conterrâneo e amigo, que ao saber da intenção deles, ofereceu duas caixas de carne de sol, uma caixa de macaxeira, duas garrafas de catuaba e se ofereceu para preparar caldo de mocotó e sarapatel.</p>
<p>Estava quase preparada a festa. Faltava bebida para refrescar os convidados.   Mas isso não era problema, pois quando ficou sabendo, o seu Nonato da vendinha comprometeu-se a doar duas caixas de tubaina e um caixinha de pacotes de Quisuco.</p>
<p>Mas onde realizar a festa? Faltava resolver esta pendência. Faltava! Como em todo bairro há sempre um ponto de atração, no deles também havia. Freqüentavam de vez em quando, pois não podiam esbanjar dinheiro à toa, o Bingo Estrela do Norte. Pela amizade conquistada dos donos do bingo, estes ofereceram o espaço para a festa além de realizarem uma rodada de bingo com renda em favor do casal. Apesar do espaço não ser muito grande, tiveram a idéia de fazer um &#8220;puxadinho&#8221; com aquela lona preta usualmente utilizada para isolar ambientes e manter privacidade.</p>
<p>Estava montado o esquema. Só faltava emitir os convites, mas teria um custo.    Não foi preciso, pois como eram muito conhecidos no bairro, se encarregaram de fazer o convite verbalmente. Ah! E a roupa? O responsável pela construção onde Severino trabalhava e a patroa da Lucineide, espontaneamente separaram aquelas roupas pouco usadas e ofereceram a eles para serem vestidas para a cerimônia.</p>
<p>Chegou o dia do casamento. Ao contrário das badaladas cerimônias das celebridades, a festa de casamento de Severino e Lucineide transcorreu de maneira alegre e descontraída, não havendo problemas em controlar a presença de convidados e tampouco, pedindo a algum presente mais inconveniente a sair do recinto. E o ponto alto da cerimônia foi a presença da filhinha Mariana como daminha de honra. Com muita alegria ela levou as alianças até o altar para o padre abençoar aquela união tão esperada.</p>
<p>Para encerrar com chave de ouro e para a surpresa do casal recém casado, os amigos de Severino que trabalhavam com ele na construção possuíam comprovados dotes artísticos, e improvisaram um conjunto musical. E ao som da sanfona, zabumba, pandeiro e triângulo, animaram a festa até as tantas da madrugada.</p>
<p>Guardadas as devidas proporções, não há limite para se alcançar a felicidade.   Ricos e pobres podem usufruir bons momentos, mas uma certeza fica no ar: quando a felicidade vem ao encontro de pessoas sofridas, amarguradas pelas vicissitudes e pegas pelas armadilhas da vida, tem muito mais valor e aumenta a grandeza do coração dessas pessoas, transbordando alegria para aqueles com elas convivem.</p>
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		<title>Você já viu o Papa?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 16:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Papa]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[É claro que a resposta é 	sim. Duvido que alguém ainda não tenha visto o Papa 	João Paulo II, pois é uma celebridade mundial e todos 	de alguma maneira já o viram. Porém refiro-me a tê-lo 	visto pessoalmente. Talvez sobre este aspecto, o mesmo sim seja dado 	por um número diminuto de pessoas.
Sempre tive uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É claro que a resposta é 	sim. Duvido que alguém ainda não tenha visto o Papa 	João Paulo II, pois é uma celebridade mundial e todos 	de alguma maneira já o viram. Porém refiro-me a tê-lo 	visto pessoalmente. Talvez sobre este aspecto, o mesmo sim seja dado 	por um número diminuto de pessoas.</p>
<p>Sempre tive uma admiração 	e respeito por aquele que é responsável pelos destinos 	da Igreja, e que na Terra é o representante máximo do 	cristianismo. Calma, esta mensagem não tem nada de querer 	converter ninguém, pois temos de respeitar as opções 	religiosas dos nossos semelhantes. Entretanto, não poderia 	deixar de registrar a minha admiração por um ser que é 	humano como nós, mas que recebeu a missão de olhar e 	proteger os cristãos no mundo inteiro.</p>
<p>Foi por isso que em junho de 1980, 	saí de casa de madrugada e utilizando os meios de transporte 	especialmente preparados para o evento, cheguei ao Campo de Marte. 	Aqui já se notava algo de diferente. Apesar da multidão 	que seguia para o mesmo destino, não se viu sequer um 	empurrão ou alguém querendo furar a fila, o que é 	muito comum na ida a um jogo de futebol, por exemplo.</p>
<p>Apesar da demora na chegada do santo 	Padre ao local, percebia-se certa resignação dos 	presentes, que se transformou em alegria e respeito quando ele 	apareceu dentro do Papa-Móvel. Apesar da distância e da 	dificuldade em vê-lo mais de perto, foi certamente um dos 	momentos mais emocionantes e marcantes para os que lá se 	encontravam.</p>
<p>Este momento de emoção 	só não foi maior do que aquele, dezoito anos depois, 	quando por ocasião de uma viagem à Europa, tive a 	felicidade de mais uma vez, estar bem perto dele, na Praça 	São Pedro, no Vaticano.</p>
<p>Para uma pessoa que assumiu a sua 	missão aos 58 anos e que já fez aproximadamente 100 	viagens ao redor do mundo pregando a paz, sentia-me pequeno por ser 	um entre os quase 17 milhões de peregrinos que o visitaram em 	Roma e por ter tido o privilégio de vê-lo pela segunda 	vez.</p>
<p>João Paulo 	II tem hoje uma saúde debilitada, mas nem por isso deixa de 	se manifestar e receber os fiéis para as habituais bênçãos. 	Independentemente da religião e dos credos que possamos ter e 	acreditar, uma coisa é certa: homens como este merecem ser 	reverenciados.</p>
<address> <strong>Nota: </strong>Em 2 de abril de 2005 o Papa João Paulo II voltou para a casa 	do Pai, depois de passar a vida transmitindo exemplos de 	determinação, solidariedade, confiança e paz. O 	mundo perdeu um líder e a humanidade reconhecerá para 	sempre a sabedoria de seus ensinamentos.</address>
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		<title>A máquina de escrever</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 23:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma vez um pai muito cuidadoso e até ciumento com os seus objetos pessoais. Tinha uma máquina de escrever portátil que era o seu xodó e não gostava que outra pessoa, a não ser ele, fizesse uso de tal avançada ferramenta tecnológica, pelo menos para a época que se passa a história, há quase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma vez um pai muito cuidadoso e até ciumento com os seus objetos pessoais. Tinha uma máquina de escrever portátil que era o seu xodó e não gostava que outra pessoa, a não ser ele, fizesse uso de tal avançada ferramenta tecnológica, pelo menos para a época que se passa a história, há quase trinta anos.</p>
<p>Certa vez, ao chegar a casa, encontrou a filhinha de quatro anos dedilhando as pesadas e desajeitadas teclas da máquina, fazendo que estas se “encavalassem” com muita freqüência. Isto era muito comum, e quem está acostumado digitar algo no computador, talvez não se lembre deste fenômeno de encavalar.</p>
<p>Com o espírito de posse que exercia sobre o equipamento, ficou furioso ao ver a filhinha brincando com algo que julgava não ser um brinquedo. Imediatamente pediu que ela parasse o que estava fazendo, advertindo-a que aquilo não era brinquedo e só poderia ser usada para assuntos sérios.</p>
<p>Ela relutou em abandonar o que estava fazendo e falou para o pai:</p>
<p>- Espera só um pouquinho, estou terminando.</p>
<p>E como continuava dedilhando, deixou o pai irritado, e este mais uma vez pediu que parasse. Ela novamente pediu mais um pouquinho de tempo, porém como não terminava, causou a ira do pai, que bruscamente tirou a máquina do seu alcance.</p>
<p>Imediatamente a menina começou a chorar, mas um choro diferente daquele que o pai estava habituado a ouvir, chamando-lhe a atenção. Após trancar-se no quarto, o pai por curiosidade tirou o papel que estava sendo datilografado e antes de jogá-lo fora, leu o que ela estava tentando escrever, que entre alguns erros, tinha a seguinte frase:</p>
<p>“Papai, você é o maior pai do mundo&#8230; te amo!”</p>
<p>Foi aí que ele compreendeu o choro diferente de sua filha, e ato contínuo também começou a chorar.</p>
<p>Fica como moral da história que uma criança pode ensinar muito a um adulto, e que devemos contar até dez antes de repreender uma criança. Fica também o reconhecimento de um pai que após vinte e oito anos reconhece o erro que cometeu com a sua filha Vanessa.</p>
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