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	<title>Pensando Alto &#187; Contidiano</title>
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	<description>Compartilhando nossos Pensamentos e Emoções</description>
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		<title>Quadro Na Parede</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 21:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Contidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava visitando um fornecedor da empresa na qual trabalho, e durante a reunião que participava com algumas pessoas na sala, senti um estrondo bem atrás de mim, assustando a todos nós.
A reação imediata foi nos abaixar e levar as mãos à cabeça num gesto instintivo de proteção. Naquela fração de segundos, muita coisa passou pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava visitando um fornecedor da empresa na qual trabalho, e durante a reunião que participava com algumas pessoas na sala, senti um estrondo bem atrás de mim, assustando a todos nós.</p>
<p>A reação imediata foi nos abaixar e levar as mãos à cabeça num gesto instintivo de proteção. Naquela fração de segundos, muita coisa passou pelas nossas mentes. Desde a hipótese de uma bala perdida, muito em voga atualmente, até ao reflexo de um possível início do conflito no Oriente Médio, pois, coincidentemente havíamos falado sobre isso.</p>
<p>Rapidamente constatamos tratar-se da queda inesperada de um quadro emoldurado em vidro, que estava pendurado na parede, causando o aludido ruído. Passado o susto, os meus companheiros solicitaram ao pessoal de limpeza, a retirada dos “restos mortais” do quadro, e o que por um momento foi motivo de preocupação, passou a ser considerado como um mote para lembrar de outras histórias semelhantes, tornando a reunião mais descontraída.</p>
<p>Porém, aqui é que entra a parte mais interessante. Enquanto aguardava na sala o momento de ser recepcionado, observei que aquele quadro estava ligeiramente torto e como tenho o hábito (talvez mania) de aprumar todos os quadros que vejo, dei dois sutis toques com os dedos, colocando-o na posição correta. O que não esperava é que somente cinco minutos depois, o quadro viesse a se manifestar daquela maneira, espatifando-se no chão.</p>
<p>Como moral da história, chego a duas conclusões: primeira; nunca mexa nos objetos que não lhe pertençam, nem que seja com a melhor das intenções, e segunda; às vezes um motivo banal como o descrito serve para redigir uma matéria para o nosso Boletim, principalmente na semana que não se encontra inspiração para faze-lo.</p>
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		<title>O imigrante</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 12:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Contidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre que nos referimos aos imigrantes, nos vem à mente os primeiros desbravadores do nosso continente no início do século 16. Mais recentemente, no ano de 1908, tivemos os primeiros japoneses aportando em Santos. Isto sem contar a mescla de famílias de alemães, espanhóis, italianos e portugueses, que aqui chegaram e se estabeleceram, durante várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que nos referimos aos imigrantes, nos vem à mente os primeiros desbravadores do nosso continente no início do século 16. Mais recentemente, no ano de 1908, tivemos os primeiros japoneses aportando em Santos. Isto sem contar a mescla de famílias de alemães, espanhóis, italianos e portugueses, que aqui chegaram e se estabeleceram, durante várias décadas.</p>
<p>Como imigrante que também sou, pois cá cheguei, ora pois, com a minha família no início dos anos 50, costumo me perguntar: Por que vim para o Brasil? Para alguns imigrantes, não restava outra alternativa senão sair de seus domínios, pois situações como conflitos mundiais, os obrigavam a tentar a sorte e oportunidade de vida mais compatíveis em outros países.</p>
<p>De minha parte, a justificativa é mais simples. Na época não havia guerra naquela parte da Europa. Havia sim uma natural preocupação paterna em conseguir o melhor para a família, no sentido de oferecer uma base econômica, social e cultural, que, talvez, não fosse encontrada permanecendo naquela localidade humilde, embora aconchegante.</p>
<p>Acredito que muitos companheiros têm em seus ascendentes, histórias parecidas. Famílias como Bitelli, Tangioni, Marsick, Munhoz, Precinoti, Motomura, Nicoletti e outras, estão no Brasil porque seus antepassados por aqui chegaram algum dia, com o objetivo de prosperar e oferecer melhores condições de vida aos seus descendentes. Muitos desses pioneiros não estão mais entre nós, bem como alguns deles não conseguiram alcançar tais objetivos para si próprio.</p>
<p>Entretanto, fica uma certeza: as sementes plantadas por estes valentes e destemidos imigrantes germinaram e se multiplicaram através das gerações, as quais jamais devem esquecer de reverenciar o exemplo de desprendimento e aventura daqueles que deixaram suas Pátrias, para lutar e propiciar o bem estar das suas famílias.</p>
<p>Que nas nossas orações, haja espaço para nos lembrarmos deles.</p>
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		<title>Nó de gravata pela Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 00:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Contidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Fatos]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos companheiros, pelas atividades profissionais que exercem, deve estar habituada ao uso formal da gravata. Duvido que alguém ainda não teve a oportunidade ou mesmo a necessidade de usar tão importante adereço.
O escritor Oscar Wilde, sempre ousado e espirituoso, disse: “Dar um bom nó na gravata é o primeiro passo sério na vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">A maioria dos companheiros, pelas atividades profissionais que exercem, deve estar habituada ao uso formal da gravata. Duvido que alguém ainda não teve a oportunidade ou mesmo a necessidade de usar tão importante adereço.</p>
<p>O escritor Oscar Wilde, sempre ousado e espirituoso, disse: “Dar um bom nó na gravata é o primeiro passo sério na vida de um homem”. Particularmente, passei toda a minha vida trajando esse acessório, e confesso, gostava de usá-lo procurando sempre combinar o padrão com o terno vestido.</p>
<p>Espera aí, isto não é uma aula de etiqueta! É apenas o intróito para contar uma rápida passagem que ocorreu comigo e uma pessoa da minha família. Posso dizer que é da minha família, pois considero o meu genro como parte integrante dela.</p>
<p>Pois bem, convidado para ser padrinho de casamento de um amigo, recorreu à minha vasta experiência em usar gravatas e me pediu auxílio para ensinar-lhe a fazer o nó. O amável leitor já se viu nessa situação? Ensinar a fazer nó é mais difícil do que fazê-lo, primeiro pela dificuldade em transmitir verbalmente os passos da execução do nó, e segundo pela paciência requerida para executar tal tarefa.</p>
<p>O que fiz? Fiz o nó no meu pescoço e entreguei a ele pronto para ser exibido. Porém, com a curiosidade inerente a qualquer jovem, desmanchou o nó para faze-lo novamente. Imaginem o que aconteceu. Pela falta de hábito, não conseguiu fazer o nó e como eu  não estava mais por perto, não teve dúvidas e recorreu a uma ferramenta utilizada internacionalmente para pesquisa e esclarecer dúvidas: a Internet.</p>
<p>Sim, por meio de um site da Internet, talvez o mesmo que consultei  para citar a frase do escritor Oscar Wilde, seguiu os passos indicados, e surpreenden-temente, fez um nó melhor elaborado do que aquele que eu havia feito para ele. Foi para a festa de casamento e, com certeza, elogiado pela elegância do seu traje.</p>
<p>Pois é, são fatos como esses que me faz refletir e concluir:</p>
<p>-  acho que estou ficando velho&#8230;</p>
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